sexta-feira, janeiro 04, 2008

café, coffe, caffé, kahvi, kahva, koffee...















Não vou muito à bola com as máquinas de café em cápsulas. É prático, é rápido, o café é bom, é óptimo para liquidar rapidamente aquela dor de cabeça que está quase a aparecer porque já é quase meio-dia e ainda não se ingeriu a dose diária matinal de cafeina, ufa..., mas não tem a mesma piada.

É giro pegar nas 7 a 10 gramas de café (sem contar com as quem caem na banca), colocá-las no cachimbo, prensar (180 N de força é o ideal) e colocar na máquina.
Esta, força a passagem de 25 a 30 ml de água a 90±5ºC, usando uma pressão de 90 kPa, processo que deve demorar 20 a 30 segundos para um caffè espresso perfeito. Completo, com aquela espuma maravilhosa em cima e as indispensáveis 5o mg de cafeína.

Claro que às vezes desperto do sonho, e descubro que estou a beber uma "água de lavar pratos", acastanhada, sem espuma, meia fria, que não se consegue beber com açúcar, nem sem açúcar. (sim, eu ponho açúcar. só um bocadinho. shame on me...)

Se apetecer algo mais elaborado que um espresso, podemo-nos sempre virar para um cappuccino, mas isso é outra história...

Agora, se em vez do Clooney, usarem a Angelina, a Claire ou, quiçá, a Scarlett, talvez eu reconsidere.

Mas eu não sou muito esquisito, bebo quase tudo, desde que não seja descafeinado. Café descafeinado, até a dizer soa mal. Café sem café... enfim. É quase como o paradoxo do gato (aquele lá do Schrödinger). É café, mas ao mesmo tempo, não é um café...

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